07/02/2012 - 10h47min - Atualizado em 07/02/2012 - 10h47min

Dificilmente Senado votará PEC 300 em 2012, diz Jucá

Além da PEC 300, a greve dos policiais na Bahia colocou na pauta do Congresso uma série de matérias sobre a regulamentação do direito de greve em serviços essenciais.

Marcos Chagas
Repórter da Agência Brasil
Brasília - Dificilmente o Senado votará em 2012 a proposta de emenda à Constituição que estabelece um piso salarial para policiais e bombeiros militares em todo o país. Essa é a avaliação do líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), que considera o tema "controverso". O texto está sob análise na Câmara dos Deputados.

Além da PEC 300, a greve dos policiais na Bahia colocou na pauta do Congresso uma série de matérias sobre a regulamentação do direito de greve em serviços essenciais como segurança pública, saúde e educação. Romero Jucá (PMDB-RR) foi enfático ao dizer que não há condição de o Executivo arcar neste momento com qualquer aumento de despesas "sob pena de perder o controle fiscal". Mas, reconheceu que o direito de greve deve ser debatido pelos parlamentares.

Ele defende uma negociação para que os policiais baianos não sejam punidos e nem sejam descontados os dias parados. O mesmo tratamento, segundo ele, não cabe a policiais "encapuzados e armados" que incitaram os grevistas. "É necessário o bom-senso para que se chegue a um acordo o mais rápido possível", disse o líder do governo.

O senador Humberto Costa (PT-PE) defendeu a necessidade de o governo "bancar" e o Congresso resolver o mais rápido possível a questão da greve em serviços essenciais do setor público. Ele qualificou de "motim" as ações na Bahia. “A gente não pode ficar apresentando projetos de anistia dessas pessoas. É necessária uma proibição absoluta porque quem paga o preço é a população", disse o petista ao relembrar o comportamento do Congresso que, em 2011, anistiou os bombeiros do Rio de Janeiro presos após uma greve.

A greve dos policiais baianos será tratada na reunião de hoje, às 14h30, da subcomissão de Segurança Pública do Senado. O presidente da subcomissão, Pedro Taques (PDT-MT), disse que vai colocar em debate o direito de greve em serviços essenciais.

Para ele, greves feitas por categorias que "portam armas" não podem ser comparadas a movimentos organizados por demais servidores públicos. A reunião da subcomissão, vinculada à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), estava marcada para a manhã de hoje, mas como não houve número suficiente de senadores foi transferida para a tarde.

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Postado por onofro Mariano da silva em 07/02/12 às 18:02
pessoas que trabalham em serviços essenciais, como policia militar, civil e etc, não pode fazer greve por que deixa a população a mercê de ciminoos, mas também não pode deixar a correção salarial a mercê de nossos adminsitradores,senão eles vão deixar a categoria passando fome. Correto seria no mínimo a correção automática dos salários de acordo com os indices da inflação, é lógico que de acordo com a arrecadação. Outro fator a ser observado é a responsabilidade que o governo federal deixa para os estados em matéria de educação segurança etc, sendo que o governo federal arrecada a maioria dos impostos, inclusive o imposto de renda, um dos mais caros e injusto.
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Postado por JOÃO NINGUEM em 07/02/12 às 16:02
PARA ESSES POLITICOS DE MERDA NAO PRECISA GREVE MESMO NAO, ESSES CABOQUINHOS GANHAM UM ABSURDO....SE QUIZER ALGUMA COISA GENTE GREVE NACIONAL URGENTEEEEEEEEEEEE.TO COM MUITO RECEIO DO QUE VAI ACONTECER DEPOIS QUE PM DE RONDONIA ADERIR A GREVE DA BAHIA.... TENHO INFORMAÇOES DE QUE VAI SER BREVE!!! AI MEU DEUS..... MAS MESMO ASSIM ESTOU COM ELES
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