Agentes penitenciários são treinados para atuar com intervenção rápida no sistema penitenciário de Rondônia

Segundo o secretário estadual de Justiça, Marcos Rocha, o curso é bastante importante para o sistema prisional de Rondônia.

Publicada em 23 de June de 2016 às 11:54:00

Um grupo de 39 agentes penitenciários do sistema prisional de Rondônia iniciou nesta semana o curso de intervenção rápida no sistema penitenciário, ministrado pela equipe da Diretoria Penitenciária de Operações Especiais (DPOE), de Brasília.

Ao final do curso os participantes estaro aptos a desempenhar suas funes de interveno rpida junto ao sistema prisional.           Ao final do curso os participantes estarão aptos a desempenhar suas funções de intervenção rápida junto ao sistema prisional

Segundo o secretário estadual de Justiça, Marcos Rocha, o curso é bastante importante para o sistema prisional de Rondônia. “Temos buscado a qualidade dos servidores, que estarão aptos a desempenhar suas funções de intervenção rápida junto ao sistema prisional, que serão úteis em casos de rebeliões e resgate”, disse Rocha, completando que serão dias intensos de treinamento, e que o mais importante para alguém que trabalha com a intervenção rápida ou força tática, ou forças especiais é a capacidade de se manter equilibrado.

O secretário explicou que este é o primeiro curso oferecido aos agentes penitenciários que têm vontade, capacidade técnica e uma boa ficha funcional. O objetivo é evitar que a Companhia de Operações Especiais (COE) da Polícia Militar seja acionada todas as vezes para intervir no sistema prisional. Agora a COE deverá ser acionada somente caso o agentes não consigam atuar.

O secretário ressaltou que a vinda do curso para Rondônia surgiu durante visita à Diretoria Penitenciária de Operações Especiais (Dpoe) em Brasília. “A equipe da Dpoe já desempenhou operações de apoio em várias unidades prisionais do País. Já ministrou cursos em vários estados, são altamente técnicos e capazes, vieram ministrar o curso aqui com o apoio do governo estadual”, afirmou.

Conforme o diretor da Escola de Estudos e Pesquisas (Esep) da Sejus, Cláudio Negreiros, o critério para a seleção dos participantes do curso é a boa ficha funcional, nada consta de corregedoria e tem que passar por um crivo de seleção do diretor da unidade atestando que o agente se destaca na equipe. “Antes de iniciarem o curso, que é em regime de internato, com duração de 10 dias, os participantes passaram pelo teste de aptidão física”, explicou Negreiros, destacando que a realização desse curso se dá em razão do comprometimento do governo estadual em investir nos servidores dos sistema prisional.