05/03/2011 - 04h12min - Atualizado em 05/03/2011 - 04h12min

Falha no projeto da Usina de Jirau leva fazendeiros a decidir exterminar onças

Os proprietários rurais temem também por vidas humanas – principalmente no que diz respeito a crianças.

Marcus Fernando  Fiori, especial para o TUDORONDONIA

 

Onças pintadas e vermelhas estão na mira de tiro de fazendeiros e sitiantes das regiões de Jaci Paraná e Mutum Paraná, respectivamente a 90 e 160 quilômetros de Porto Velho. Ao fugirem dos desmatamentos provocados pela construção da Usina Hidrelétrica (UHE) de Jirau, os felinos estão invadindo as propriedades rurais e causando prejuízos consideráveis aos criadores da gado, carneiro e até galinhas, pois esses bichos são alvos potenciais das onças em busca de alimentos.

“De novembro para cá já perdi 10 carneiros”, disse Almino Brasil, funcionário público da prefeitura de Porto Velho que mantém uma pequena propriedade às margens do rio Caracol, em Jaci Paraná. “Fui informado que poderia requerer indenização, mas não tenho tempo de, a cada vez que acontecer um ataque, largar meus afazeres aqui na cidade para ir ao sítio fotografar o ocorrido e correr atrás dos meus direitos. O jeito é amargar o prejuízo”.

Um fazendeiro que preferiu não se identificar disse que há um movimento entre os proprietários rurais para transformar a caçadora em caça, ou seja, eles pretendem abater os felinos a fim de diminuir seus prejuízos.

“Está claro que há uma tremenda falha no projeto ambiental dessa usina”, opina o mesmo fazendeiro. “Antes de desmatar, eles deveriam remover as onças para alguma reserva ambiental. O que eles fizeram? Simplesmente estão baixando as motosserras no habitat desses bichos e, para eles, não resta outra alternativa, a não ser buscar refúgio e alimentos nas propriedades da região. O fato é que, antes da usina, não tínhamos esse problema por aqui”.

HÁBITOS Os fazendeiros dos dois distritos de Porto Velho observaram que a onça pintada abate um animal e se alimenta até se fartar. Em seguida enterra o que sobrou e, mais tarde, volta ao local para novo banquete com a mesma presa. A onça vermelha, porém, mata quantas presas cruzarem seu caminho. “Há relatos de onça vermelha que já abateu até dez animais de uma vez numa mesma propriedade. Ela enterra os animas, se alimenta de um e os demais se perdem”, disse Almino Brasil.

Os proprietários rurais temem também por vidas humanas – principalmente no que diz respeito a crianças. Disse outro fazendeiro que não quis se identificar: “a lei não permite que a gente tenha armas na propriedade rural. Assim, tenho na minha fazenda um caseiro com esposa e quatro filhos. Essas crianças podem ser alvos da onça ao saírem para brincar no terreiro. Até hoje, graças a Deus, não há relatos de onças que atacaram humanos, mas será que teremos que ficar esperando isso acontecer para tomarmos alguma providência”, questiona.

ESTRATÉGIA As onças nas regiões da Jaci e Mutum estão causando prejuízos consideráveis e colocando a economia de pequenos produtores rurais em colapso – principalmente os que têm criações de subsistência. Tanto que já há planos para abater os felinos. Como o abate com arma de fogo poderia chamar a atenção das autoridades, uma parcela de fazendeiros pretende experimentar o envenenamento dos animais.

A idéia é simples: ao fazer um abate, a onça come e enterra o que sobrou, voltando posteriormente para concluir o serviço. Nesse meio tempo, os fazendeiros pretendem envenenar a carne com veneno de rato, o popular “chumbinho”. Assim, ao voltar para degustar o restante da presa, o felino seria envenenado até a morte.

“Acho legal a gente fazer essa reportagem e colocar esse problema a público, levando ao conhecimento principalmente das autoridades ambientais”, disse outro fazendeiro de Mutum Paraná que quis manter o nome em sigilo. “A questão está colocada. Agora é ver o que as autoridades vão fazer e, principalmente, o que o consórcio de Jirau vai fazer para solucionar o problema. Do contrário, vai ser muito difícil conter os ânimos desse pessoal que está tendo prejuízo por conta da onça. Vai acabar sobrando para os felinos”, concluiu.

Postado por Anna Maria em 27/03/11 às 20:03
Não dá para extinguir a raça de fazendeiros. Que fazendeiros? Isto é uma cambada de loucos que querem ganhar dinheiro a todo custo e estão se lixando para o que vai acontecer. Inclusive com o povo. Creio que para eles o mundo deveria ser feito só de pessoas e de preferência como eles. Vamos pesquisar direitinho e ver quais são estes fazendeiros que estão incomodados com as onças. Será que moram em Rondônio ou em Brasília?
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Postado por Marcele Barrocas em 27/03/11 às 13:03
Pois é... pelo que li, infelizmente Rondônia está cheio de Alex_Rusman, reirdakal e outras peças estúpidas. Quero dar forças aos que prestam, para que possam lutar pela vida DAS ONÇAS. Fazendeiro é praga e nocivo. Força aos ativistas de Rondônia! SALVEM AS ONÇAS E PRISÃO PARA QUEM CAÇA ! CAÇA É ILEGAL! LEI 9.605/98 ART.32!!!! POLÍCIA FEDERAL FAÇAM SEUS TRABALHOS!
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Postado por Mapiguari em 25/03/11 às 18:03
Todos que conhecem Rondônia sabem que a ausência do governo é absurda. A corrupção, presente em vários níveis faz o cidadão comum acreditar que não há como esperar por soluções legais. O modelo presente para todos desde criança é muito forte, favovecimentos indevidos, falcatruas, corrupção. Muitas vêzes, inclusive os agentes públicos, se aproveitam do status (e desinformação da população) para prestarem o serviço de acordo com a conveniência particular, ou seja, se for meu amigo eu faço, se não, não. Ora, funcionário do governo é para servir a população, todos, em ordem de chegada excetuando algumas emergências. Mas sabemos que não é assim em vários locais do Brasil. Sendo assim, a questão aqui não é se biólogos estão defendedo onças ou proprietários querem defender o seu. A questão é como o estado, financiado pelo nosso suado dinheiro, não está cobrando do responsável a SUSPENSÃO IMEDIATA DO DESMATAMENTO até que as devidas medidas para controlar as onças sejam tomadas. Todos sabem também, que durante os estudos para implementação de uma UHE, tanto estudos ambientais quanto sociais são considerados como obstáculos e podem influenciar muito pouco os rumos já traçados por engenheiros. Quando se pede mais tempo, há sempre aquela atitude de ridicularizar dizendo "coisa de ambientalista" etc.. Só como registro, há sim relato, em bibliografia de onça parda matando crianças, o ocorrido foi em Carajás. Isto, mais uma vez reforça a tamanha responsabilidade de um empreendimento que envolve desmatamento. Onde está o plano de desmatamento, ninguém previu isto? Não sabiam da existência de onças? Não sabiam da existência de chácaras? Não pensaram, elaboraram nenhuma ação para evitar o ocorrido? Não pensaram em nenhuma forma de monitoramento do impacto do desmatamento nestas populações? Provavelmente várias destas coisas estão escritas em algum papel que o consórcio produziu para obter a licença, escreveu, mas não leu e como não leu, não sabe o que fazer! Enfim, mais uma questão sociambiental em que facilmente perdemos o foco polemizando entre onça e chacareiro. Ei! Estes não são inimigos, são vítimas e devem juntar forças para que os seus interesses não sejam esmigalhado por quem está ganhando muuuita grana.
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Postado por Dani em 09/03/11 às 04:03
Tem que exterminar os fazendeiros e todos aqueles que matam animais das florestas, as onças estão no seu habitat, não foram elas que invadiram as florestas, e sim os fazendeiros grilheiros, a onça sempre morou na floresta, e os fazendeiros com suas ganâncias se acham donos das florestas, eliminem esses vermes de fazendeiros!
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Postado por Henrique VB Concone em 07/03/11 às 08:03
Caro sr. Francisco Valmir Brasil, o senhor também está fazendo a mais pura demagogia com essa conversa de proteção à vida. Trabalho a mais de seis anos com problemas de depredação de gado por onças no Pantanal (MS), vivendo em fazendas com minha família, sem armas de fogo, e não há problema algum. Não queira justificar a perseguição à onça devido a alegado prejuízo causado como se fosse no interesse de proteger pessoas que vivem em áreas de ocorrência do animal. Não há ataques no ser humano, e se o sr. realmente tem fazenda, sabe muito bem que isso não existe. Uma onça acuada por cães e caçadores é sim perigosa, mas em situação normal a coisa é muito diferente. Não leve a discussão para o lado errado. O problema maior é construção da usina, que como um dos fazendeiros na notícia disse, causou todo o problema por empurrar as onças para estas áreas. Antes da usina não havia o problema. Perca seu tempo em discutir os benefícios reais dessa usina e os efeitos daninhos que ela causa, ao invés de usar isso como desculpa para uma perseguição inútil às onças para tentar resolver um problema de pecuária mal conduzida e de baixa produção.
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Postado por Henrique VB Concone em 07/03/11 às 07:03
Os problemas de predação podem ser minimizados com algumas condutas. Embora o problema maior seja a usina que está afetando a fauna e a comunidade humana, os criadores podem e devem adotar práticas para minimizar as perdas. Onças vermelhas que matam diversas presas de uma vez não é incomum, mas sim resultado de local inadequado de encerramento dos animais. Ela não mata diversos animais de uma vez, onde estes estão soltos (como numa invernada), e sim em currais ou apriscos que servem apenas para confinar os animais sem prevenir a entrada de predadores. Construam um local à prova de onça: tela chumbada no chão e por cima, sem frestas que o animal possa entrar, e encerre os animais de pequeno porte ali (carneiros, galinhas, bezerros). O investimento vale a pena, pois mesmo matando a onça que está causando o prejuízo, outra virá e os ataques continuarão. Sei que as medidas não são tão simples assim, mas o espaço não permite discorrer melhor. Fazendeiros que estão tendo prejuízo devem recorrer ao CENAP/ICMBio para se orientar quanto às melhores providências.
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Postado por Gislene em 07/03/11 às 07:03
Infelizmente e sempre assim, os grandões quando vão fz alguma coisa so pensam nos lucros, e nunca nas consequencias, se eles exploraram o lugar sabia dos animais, e deveriam projetar a retirada deles antes de iniciarem a obra, mas eles fazem vista grossa quando o prejuizo não e pra eles, as providencias tem que ser tomada com urgencia, o perigo e muito grande para a população, e não e matando mas formar uma equipe e tentar capiturar estes animais atraves de armadilhas ou dados com tranquilizantes e levar para uma reserva ou zoologico, pois os bichos estavam ali primeiro o homem que foi mecher no seu habitat natural.
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Postado por delajorge max em 06/03/11 às 19:03
Onça é uma praga nociva aos humanos, abate já!!!!
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Postado por Marco Carneiro em 06/03/11 às 17:03
Nossa gente ta tendo "infestação de onça" no nosso estado que esta arrasando a economia, "uma praga" só mesmo povo se instrução pra afirmar uma asneira dessa. Rondônia como sempre anda na contra-mão da modernidade. Decisão sensata seria montar uma equipe pra capturar esses animais e aloca-los em outro lugar, distante da "praga de civilização rondoniense" cujo modelo econômico predatório é defendido por unhas e dentes...por uma sociedade local, de baixa instrução e cujo baixo nível tecnológico da produção agropecuária exige ainda mais áreas para produzir. Enquanto o Amazonas ganha dinheiro preservado aqui ainda insiste-se no modelo: quanto menos natureza mais desenvolvido...
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Postado por adilson em 06/03/11 às 17:03
O ministério público deve cobrar do consórcio que capturem os animais e criem uma forma mais agil para facilitar o pagamento dos animais abatidos pelas onças. Afinal bichos não prcisão de energia precisão de matas, ai não incomorão ninguém. Desta forma os animais pagam com a vida e os mais pobres pagão com prejuízos e vale mais o provérbio "Conseguir me convencer que quem tem mais é por que precisa ter". E é essa porcaria mesmo.
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Postado por Sandra em 06/03/11 às 13:03
Ah, tá? Por isso, a Marina Silva queria averiguações mais precisas e alguns "interessados" em andar com o projeto das usinas fez o serviço "bem feito' e o resultado é este que aí está. Incompetentes!
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Postado por Alexandre Rusman em 06/03/11 às 13:03
Onça em extinção? Onça é uma praga no nosso estado. Quem dizer que ela esta em extinção aqui no nosso estado é por que não vive nele. Houve sim uma falha e a culpa e total da Usina.
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Postado por Josi em 06/03/11 às 05:03
TEM TANTA ONÇA ASSIM É?????? MAS ELAS NÃO ESTÃO EM EXTINÇÃO???? SE TEM TANTAS ASSIM COMO É QUE ELA PODE ESTAR EM EXTINÇÃO???
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Postado por Antônio silvino em 05/03/11 às 21:03
ENTÃO FAZENDEIROS E CAMPONESES VÃO MATAR ONÇA A TAPA, SERIA BOM COMPRAREM UNS FREZEERS TO TAMANHO INDUSTRIAL. CUIDADO COM O IBAM.... KKKKKKKKKKKKKKKKKK!!!!!!!!! HI HI HI HI HI HI HI HI HI HI!!! RSRSRSRSRSRSRSRSRSRS
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Postado por Luiz Carlos em 05/03/11 às 20:03
É o maior absurdo do mundo... que DROGA DE EMPRESA É ESSA QUE ESTÁ CONSTRUINDO ESSA USINA...quem são os IRRESPONSÁVEIS.... QUE FALHARAM... TEM QUE PUNIR OS RESPONSÁVEIS... POR UMA FALHA TÃO GRAVE...
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Postado por FRANCISCO VALMIR BRASIL em 05/03/11 às 20:03
No papel a coisa e linda,mais observo que o prejuizo financeiro esta sendo grande,para os fazendeiros,e ainda mais os riscos para as familias que moram no local.Deveria este grupo de biologos e se acampar em uma das fazendas na localidade por uns trinta dias sem nenhuma arma de fogo,ai com certeza apos os trinta dias os seus conceitos serão outro.deveria tambem este sr.Gabriel e,esposa ,filhos e etc,ir acampar tambem junto com a turm de biologos no mesmo prazo e nas mesmas condições,e depois disso levar uma dessas onçinhas lindas para a sua casa,E MUITA DEMAGOGIA,se o bem maior da humanidade e a vida nos temos que defender a todo custo.Este país e uma vergonha,se um cidadão mata um outro cidadão,ele se apresenta paga a fiança e responde o crime em liberdade,se este mesmo cidadão mata um animal que faz parte da fauna e da flora e crime inafiançavel.
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Postado por Biologos em 05/03/11 às 16:03
Senhores fazendeiros dos distrito de Jaci e Mutum, consideramos muito importante esta preocupação que estão tendo com a causa. Os felinos não podem pagar pelo preço, e nem vocês. Procurem o Ministério Público, Ibama e os responsáveis pela fauna da Usina. Estes animais estão inseridos nas listas de animais ameaçados de extinção e a responsabilidade da conservação é de todos. Ciências Biológicas, Turma 210/1, Facimed
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Postado por Antônio silvino em 05/03/11 às 13:03
Eu quero que essa Usina venha a Ruir kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
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Postado por Gabriel em 05/03/11 às 10:03
Exterminar onças?! Ficaram loucos crime ambiental gravíssimo!!! Se não sabem ou são burros demais para entender que a onça-pintada esta entre os animais em extinção no Brasil. E que pretendem fazer pode causar danos não só na nossa fauna, como para eles também. Estudem mais antes de fazer qualquer besteira. Lei de Crimes Ambientais (lei 9605/98) – Perseguir, caçar ou matar animais da fauna silvestre sem permissão – Pena de seis meses a um ano e ainda por porte ilegal de arma de fogo, cuja pena prevista é de até 4 anos de reclusão; e mais o artigo 288 do Código Penal (Formação de Quadrilha ou Bando – Pena de 1 a 3 anos de reclusão).
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Postado por Antonio Ocampo em 05/03/11 às 08:03
Pra que na me conhece, sabe a minha opinião a respeito dessas hidreletricas. E diziam que não ia ter impactos ambientais. E ainda nem começaram e os sintomas estão aparecendo. Assim como eles enganaram a população com uma revolução de desenvolvimento, os políticos e a imprensa (parte dela) embarcou nessa onda. Mas depois não choremos o que tem para acontecer.
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Postado por moises rodrigues de oliveira em 05/03/11 às 06:03
senhores,meu nome e moises,nao tome,mas so vou ficar mesmo satisfeito quando me chamarem,quero meu emprego de volta.
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